domingo, 12 de setembro de 2010

Os Melhores, os Educadores



Uma observação que sempre concordei foi dita pela professora Salete Cordeiro em sua atividade com uma das disciplinas na universidade. “Os educadores são os melhores”. É claro, não foram exatamente essas as palavras, mas justamente isso que se deu a entender. Até recebi um pedido de desculpas, uma vez que, ‘entrona’, estou eu em uma sala de aula do curso de pedagogia, buscando, entre outras coisas, entender o ritmo da educação para poder ligá-la diretamente com aquilo que faz parte de mim: a comunicação.

Pois bem. Concordo mesmo com essa Expressão. Os educadores são os melhores. E concordo com todas as discussões que vieram a seguir, acerca de uma mudança no sistema educacional, e que esta deve, primeiramente, vir das bases de formação de um educador. Dentro da universidade, formar a consciência crítica (o primeiro passo) e sacrificar-se fora dela pela concretização da educação mais justa sempre discutida entre as paredes das salas com tantas colegas (o segundo e mais importante).

Toda essa concepção, por mais romântica que pareça ser, ainda é a mais desejada. Construir uma educação básica qualificada, justa. Fugir do modelo tradicional, solucionar os problemas com a ajuda da desordem que hoje as novas tecnologias nos trazem. Essa desordem nos possibilita criar inúmeras formas diferentes de compartilhar e construir conhecimento. É como diz Bonilla, nas suas discussões sobre a práxis pedagógica, ao afirmar sobre os novos modos de vida que vêm a partir do desenvolvimento técnico-científico: se já não me resta perder tanto tempo para construir as coisas, porque não aproveitá-las para produzir aquilo que está ao meu alcance: cultura, educação, ciência, tecnologia?

Se estamos ainda na sociedade caracterizada por Bonilla como reprodutora do modelo hegemônico, fechada à exterioridade, com seus discursos pouco dialógicos, este é o momento. Repensar as bases de formação, exercer a consciência crítica ao analisar os modelos vigentes, construir após discussões calorosas o que pode ser caracterizado como melhor modelo educacional, pensar, concretizar, produzir. Afinal, não a toa são ‘os melhores, os educadores’.


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

'Colei com minha prima!'

Produzindo conhecimento numa tarde de domingo.


"'Umbora!' a gente pega o celular de minha tia e faz!". Foi assim que eu e minha prima decidimos fazer o nosso vídeo: o Programa Viva Bem, com edição especial para o desperdício da água em nossas casas. Primeiro, uma pesquisa do tema. Depois, borracha vai, borracha vem, e produzimos o nosso texto da reportagem. E não foi só isso! Depois, é claro, passamos tudo para o roteirinho de televisão... Agora é só organizarmos o que vamos filmar. "Vamos filmar mainha lavando prato, minha vó bebendo água!", "É isso, boa idéia!".

É muito simples produzir conhecimento na sociedade de demandas tecnológicas que vivemos. Agora, em processo de formação, me surpreendo a cada dia com o potencial da comunicação para a formação de uma consciência crítica, principalmente nos temas relacionados a ciências, tecnologias, saúde, meio ambiente... Adorei a experiência com minha prima e repeti: estamos nos bastidores do Programa Viva Bem 2: A importância de uma boa alimentação.

Por enquanto deixo com vocês o primeirão:


video